ANTIGO CONSELHO CHINÊS

Era uma vez un camponês chinês, muito pobre mas sábio, que trabalhava a terra duramente com o seu filho. Um dia o filho disse-lhe: “Pai, que desgraça, o nosso cavalo fugiu.”
Porque lhe chamas desgraça? Respondeu o pai. Veremos o que nos traz o tempo.
Passados alguns dias o cavalo regressou acompanhado de uma linda égua selvajem. Pai, que sorte. Exclamou o rapaz.
O nosso cavalo trouxe outro cavalo.
Porque lhe chamas sorte? Respondeu o pai. Veremos
o que nos traz o tempo.”
Uns dias depois o rapaz quiz montar o cavalo novo mas este, não acostumado à sela, encabritou-se e deitou-o ao chão.
Na queda, o rapaz partiu uma perna. Pai, que desgraça, parti a perna. O pai, retomando a sua experiência e sabedoria, disse: Porque lhe chamas desgraça? Veremos o que nos traz o tempo.
O rapaz não se convencia da filosofia do pai. Poucos dias depois passaram pela aldeia os enviados do rei à procura de jovens para levar para a guerra. Foram a casa do ancião, viram o jovem debilitado e deixaram-no, seguindo o seu caminho.
O jovem compreendeu então que nunca se deve dar nem a desgraça nem a fortuna como absolutas mas que, para se saber se algo é mau ou bom, á necessário dar tempo ao tempo,.
A moral deste Antigo Conselho Chinês é: A vida dá
tantas voltas e é tão
paradoxal no seu decorrer que tanto o mau pode vir a ser bom, como o bom pode vir a ser mau.
Assim, esperemos o dia de amanhã com Alegria
e vivamos o de hoje em Plenitude

Autor, por mim, desconhecido.

Osaba BIN LADEN é morto !

o mentor do 11 de setembro ,mais sangrento
A rede de TV CNN afirmou na noite deste domingo (1) que Osama bin Laden, líder da organização terrorista Al-Qaeda, está morto. A informação teria sido confirmada por três fontes norte-americanas e também foi reproduzida pela agência de notícias Reuters.
O presidente Barack Obama deve realizar um pronunciamento na TV dos Estados Unidos para comentar a morte nos próximos instantes. Segundo a CNN, o corpo do terrorista estaria em poder das autoridades dos Estados Unidos.
Ainda de acordo com a emissora, o terrorista teria sido morto em uma mansão nos arredores de Islamabad, no Paquistão.
Procurado há pelo menos dez anos pelos EUA, Bin Laden é considerado o mentor intelectual dos atentados de 11 de Setembro de 2001, que derrubou as Torres Gêmeas em Nova York e deixou cerca de 3.000 mortos.
O terrorista também é conhecido por ataques a alvos norte-americanos na África e no Oriente Médio na década de 1990.
Após os atentados em NY, ele tornou-se o homem mais procurado do mundo, com uma recompensa de US$ 25 milhões por sua cabeça. Desde então, ele passou a ser buscado por dezenas de milhares de soldados dos Estados Unidos e do Paquistão.
Bin Laden nasceu na Arábia Saudita em 1957, em uma família de mais de 50 irmãos. Ele era filho do magnata da construção Mohamed bin Laden. Seu primeiro casamento foi com uma prima síria aos 17 anos. Acredita-se que ele tenha tido 23 filhos com ao menos cinco esposas.
Financiado pelos Estados Unidos, ele lutou ao lado de rebeldes contra tropas soviéticas no Afeganistão nos anos 80, o que acabou levando à criação da Al-Qaeda

Fonte http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/05/morre-osama-bin-laden-dizem-redes-de-tv.html

Tributo ao professor Kássio Vinícius Castro Gomes

« Mon devoir est de parler, je ne veux pas être complice. (Émile Zola)
Meu dever é falar, não quero ser cúmplice. (…) (Émile Zola)

Foi uma tragédia fartamente anunciada. Em milhares de casos, desrespeito. Em outros tantos, escárnio. Em Belo Horizonte, um estudante processa a escola e o professor que lhe deu notas baixas, alegando que teve danos morais ao ter que virar noites estudando para a prova subsequente. (Notem bem: o alegado “dano moral” do estudante foi ter que… estudar!). A coisa não fica apenas por aí. Pelo Brasil afora, ameaças constantes. Ainda neste ano, uma professora brutalmente espancada por um aluno. O ápice desta escalada macabra não poderia ser outro. O professor Kássio Vinícius Castro Gomes pagou com sua vida, com seu futuro, com o futuro de sua esposa e filhas, com as lágrimas eternas de sua mãe, pela irresponsabilidade que há muito vem tomando conta dos ambientes escolares. Há uma lógica perversa por trás dessa asquerosa escalada. A promoção do desrespeito aos valores, ao bom senso, às regras de bem viver e à autoridade foi elevada a método de ensino e imperativo de convivência supostamente democrática. No início, foi o maio de 68, em Paris: gritava-se nas ruas que “era proibido proibir”. Depois, a geração do “não bate, que traumatiza”. A coisa continuou: “Não reprove, que atrapalha”. Não dê provas difíceis, pois “temos que respeitar o perfil dos nossos alunos”. Aliás, “prova não prova nada”. Deixe o aluno “construir seu conhecimento.” Não vamos avaliar o aluno. Pensando bem, “é o aluno que vai avaliar o professor”. Afinal de contas, ele está pagando… E como a estupidez humana não tem limite, a avacalhação geral epidêmica, travestida de “novo paradigma” (Irc!), prosseguiu a todo vapor, em vários setores: “o bandido é vítima da sociedade”, “temos que mudar `tudo isso que está aí’; “mais importante que ter conhecimento é ser `crítico’.” Claro que a intelectualidade rasa de pedagogos de panfleto e burocratas carreiristas ganhou um imenso impulso com a mercantilização desabrida do ensino: agora, o discurso anti-disciplina é anabolizado pela lógica doentia e desonesta da paparicação ao aluno–cliente… Estamos criando gerações em que uma parcela considerável de nossos cidadãos é composta de adultos mimados, despreparados para os problemas, decepções e desafios da vida, incapazes de lidar com conflitos e, pior, dotados de uma delirante certeza de que “o mundo lhes deve algo”. Um desses jovens, revoltado com suas notas baixas, cravou uma faca com dezoito centímetros de lâmina, bem no coração de um professor. Tirou-lhe tudo o que tinha e tudo o que poderia vir a ter, sentir, amar.

Ao assassino, corretamente , deverão ser concedidos todos os direitos que a lei prevê: o direito ao tratamento humano, o direito à ampla defesa, o direito de não ser condenado em pena maior do que a prevista em lei. Tudo isso, e muito mais, fará parte do devido processo legal, que se iniciará com a denúncia, a ser apresentada pelo Ministério Público. A acusação penal ao autor do homicídio covarde virá do promotor de justiça. Mas, com a licença devida ao célebre texto de Emile Zola, EU ACUSO tantos outros que estão por trás do cabo da faca:

EU ACUSO a pedagogia ideologizada, que pretende relativizar tudo e todos, equiparando certo ao errado e vice-versa;

EU ACUSO os pseudo-intelectuais de panfleto, que romantizam a “revolta dos oprimidos” e justificam a violência por parte daqueles que se sentem vítimas;

EU ACUSO os burocratas da educação e suas cartilhas do politicamente correto, que impedem a escola de constar faltas graves no histórico escolar, mesmo de alunos criminosos, deixando-os livres para tumultuar e cometer crimes em outras escolas;

EU ACUSO a hipocrisia de exigir professores com mestrado e doutorado, muitos dos quais, no dia a dia, serão pressionados a dar provas bem tranqüilas, provas de mentirinha, para “adequar a avaliação ao perfil dos alunos”;

EU ACUSO os últimos tantos Ministros da Educação, que em nome de estatísticas hipócritas e interesses privados, permitiram a proliferação de cursos superiores completamente sem condições, freqüentados por alunos igualmente sem condições de ali estar;

EU ACUSO a mercantilização cretina do ensino, a venda de diplomas e títulos sem o mínimo de interesse e de responsabilidade com o conteúdo e formação dos alunos, bem como de suas futuras missões na sociedade;

EU ACUSO a lógica doentia e hipócrita do aluno-cliente, cada vez menos exigido e cada vez mais paparicado e enganado, o qual finge que não sabe que, para a escola que lhe paparica, seu boleto hoje vale muito mais do que seu sucesso e sua felicidade amanhã;

EU ACUSO a hipocrisia das escolas que jamais reprovam seus alunos, as quais formam analfabetos funcionais só para maquiar estatísticas do IDH e dizer ao mundo que o número de alunos com
segundo grau completo cresceu “tantos por cento”;

EU ACUSO os que aplaudem tais escolas e ainda trabalham pela massificação do ensino superior, sem entender que o aluno que ali chega deve ter o mínimo de preparo civilizacional, intelectual e moral, pois estamos chegando ao tempo no qual o aluno “terá direito” de se tornar médico ou advogado sem sequer saber escrever, tudo para o desespero de seus futuros clientes-cobaia;

EU ACUSO os que agora falam em promover um “novo paradigma”, uma ” nova cultura de paz”, pois o que se deve promover é a boa e VELHA cultura da “vergonha na cara”, do respeito às normas, à autoridade e do respeito ao ambiente universitário como um ambiente de busca do conhecimento;

EU ACUSO os “cabeças–boas” que acham e ensinam que disciplina é “careta”, que respeito às normas é coisa de velho decrépito,

EU ACUSO os métodos de avaliação de professores, que se tornaram templos de vendilhões, nos quais votos são comprados e vendidos em troca de piadinhas, sorrisos e notas fáceis;

EU ACUSO os alunos que protestam contra a impunidade dos políticos, mas gabam-se de colar nas provas, assim como ACUSO os professores que, vendo tais alunos colarem, não têm coragem de aplicar a devida punição.

EU VEEMENTEMENTE ACUSO os diretores e coordenadores que impedem os professores de punir os alunos que colam, ou pretendem que os professores sejam “promoters” de seus cursos;

EU ACUSO os diretores e coordenadores que toleram condutas desrespeitosas de alunos contra professores e funcionários, pois sua omissão quanto aos pequenos incidentes é diretamente responsável pela ocorrência dos incidentes maiores;

Uma multidão de filhos tiranos que se tornam alunos-clientes, serão despejados na vida como adultos eternamente infantilizados e totalmente despreparados, tanto tecnicamente para o exercício da profissão, quanto pessoalmente para os conflitos, desafios e decepções do dia a dia. Ensimesmados em seus delírios de perseguição ou de grandeza, estes jovens mostram cada vez menos preparo na delicada e essencial arte que é lidar com aquele ser complexo e imprevisível que podemos chamar de “o outro”. A infantilização eterna cria a seguinte e horrenda lógica, hoje na cabeça de muitas crianças em corpo de adulto: “Se eu tiro nota baixa, a culpa é do professor. Se não tenho dinheiro, a culpa é do patrão. Se me drogo, a culpa é dos meus pais. Se furto, roubo, mato, a culpa é do sistema. Eu, sou apenas uma vítima. Uma eterna vítima. O opressor é você, que trabalha, paga suas contas em dia e vive sua vida. Minhas coisas não saíram como eu queria. Estou com muita raiva. Quando eu era criança, eu batia os pés no chão. Mas agora, fisicamente, eu cresci. Portanto, você pode ser o próximo.” Qualquer um de nós pode ser o próximo, por qualquer motivo. Em qualquer lugar, dentro ou fora das escolas. A facada ignóbil no professor Kássio dói no peito de todos nós. Que a sua morte não seja em vão. É hora de repensarmos a educação brasileira e abrirmos mão dos modismos e invencionices. A melhor “nova cultura de paz” que podemos adotar nas escolas e universidades é fazermos as pazes com os bons e velhos conceitos de seriedade, responsabilidade, disciplina e estudo de verdade.

Igor Pantuzza Wildmann

Advogado – Doutor em Direito. Professor universitário.
Mestre e Doutor em Direito Econômico.

Professor da Faculdade Metodista Izabela Hendrix,

Professor da Faculdade de Direito Milton Campos e

Professor da Pós Graduação da Fundação Escola Superior do Ministério Público de Minas Gerais.

Conselheiro Técnico em Crédito Rural da FAEMG – Federação da Agricultura do Estado de Minas Gerais.

Consultor Jurídico da ABBA – Associação Brasileira da Batata.

LIÇÃO DE VIDA PARA O OCIDENTE

LIÇÃO DE VIDA PARA O OCIDENTE
A carta abaixo foi escrita por um imigrante vietnamita que é policial no Japão (Fukushima). Foi enviada a um jornal em Shangai que traduziu e publicou. Recebi essa tradução, com a nota de ter sido traduzida o mais fielmente possível ao texto original.

Querido irmão,

Como estão você e sua família? Estes últimos dias têm sido um verdadeiro caos. Quando fecho meus olhos, vejo cadáveres e quando os abro, também vejo cadáveres.

Cada um de nós está trabalhando umas 20 horas por dia e mesmo assim, gostaria que houvesse 48 horas no dia para poder continuar ajudar e resgatar as pessoas.

Estamos sem água e eletricidade e as porções de comida estão quase a zero. Mal conseguimos mudar os refugiados e logo há ordens para mudá-los para outros lugares.

Atualmente estou em Fukushima – a uns 25 quilômetros da usina nuclear. Tenho tanto a contar que se fosse contar tudo, essa carta se tornaria um verdadeiro romance sobre relações humanas e comportamentos durante tempos de crise.

As pessoas aqui permanecem calmas – seu senso de dignidade e seu comportamento são muito bons – assim, as coisas não são tão ruins como poderiam. Entretanto, mais uma semana,e não posso garantir que as coisas não cheguem a um ponto onde não poderemos dar proteção e manter a ordem de forma apropriada.

Afinal de contas, eles são humanos e quando a fome e a sede se sobrepõem à dignidade, eles farão o que tiver que ser feito para conseguir comida e água. O governo está tentando fornecer suprimentos pelo ar enviando comida e medicamentos, mas é como jogar um pouco de sal no oceano.

Irmão querido, houve um incidente realmente tocante que envolveu um garotinho japonês que ensinou a um adulto como eu uma lição de como se comportar como verdadeiro ser humano.

Ontem à noite fui enviado para uma escola infantil para ajudar uma organização de caridade a distribuir comida aos refugiados. Era uma fila muito longa . Vi um garotinho de uns 9 anos. Ele estava usando uma camiseta e um par de shorts.

Estava ficando muito frio e o garoto estava no final da fila. Fiquei preocupado se, ao chegar sua vez, poderia não haver mais comida. Fui falar com ele. Ele disse que estava na escola quando o terremoto ocorreu. Seu pai trabalhava perto e estava se dirigindo para a escola. O garoto estava no terraço do terceiro andar quando viu a tsunami levar o carro do seu pai.

Perguntei sobre sua mãe. Ele disse que sua casa era bem perto da praia e que sua mãe e sua irmãzinha provavelmente não sobreviveram. Ele virou a cabeça para limpar uma lágrima quando perguntei sobre sua família.

O garoto estava tremendo. Tirei minha jaqueta de policial e coloquei sobre ele. Foi ai que a minha bolsa de comida caiu. Peguei-a e dei-a a ele. “Quando chegar a sua vez, a comida pode ter acabado. Assim, aqui está a minha porção. Eu já comi. Por que você não come”?

Ele pegou a minha comida e fez uma reverência. Pensei que ele iria comer imediatamente, mas ele não o fez. Pegou a bolsa de comida, foi até o início da fila e colocou-a onde todas as outras comidas estavam esperando para serem distribuídas.

Fiquei chocado. Perguntei-lhe por que ele não havia comido ao invés de colocar a comida na pilha de comida para distribuição. Ele respondeu: “Porque vejo pessoas com mais fome que eu. Se eu colocar a comida lá, eles irão distribuir a comida mais igualmente”.

Quando ouvi aquilo, me virei para que as pessoas não me vissem chorar.

Uma sociedade que pode produzir uma pessoa de 9 anos que compreende o conceito de sacrifício para o bem maior deve ser uma grande sociedade, um grande povo.

Envie minhas saudações a sua família. Tenho que ir, meu plantão já começou.

Ha Minh Thanh

DEZ COISAS A SEREM APRENDIDAS COM O JAPÃO
1 – A CALMA

Nenhuma imagem de gente se lamentando, gritando e reclamando que “havia perdido tudo”. A tristeza por si só já bastava.

2 – A DIGNIDADE

Filas disciplinadas para água e comida. Nenhuma palavra dura e nenhum gesto de desagravo.

3 – A HABILIDADE

Arquitetos fantásticos, por exemplo. Os prédios balançaram, mas não caíram.

4 – A SOLIDARIEDADE

As pessoas compravam somente o que realmente necessitavam no momento. Assim todos poderiam comprar alguma coisa.

5 – A ORDEM

Nenhum saque a lojas. Sem buzinaço e tráfego pesado nas estradas. Apenas compreensão.

6 – O SACRIFÍCIO

Cinqüenta trabalhadores ficaram para bombear água do mar para os reatores da usina de Fukushima. Como poderão ser recompensados?

7 – A TERNURA

Os restaurantes cortaram pela metade seus preços. Caixas eletrônicos deixados sem qualquer tipo de vigilância. Os fortes cuidavam dos fracos.

8 – O TREINAMENTO

Velhos e jovens, todos sabiam o que fazer e fizeram exatamente o que lhes foi ensinado.

9 – A IMPRENSA

Mostraram enorme discrição nos boletins de notícias. Nada de reportagens sensacionalistas com repórteres imbecis. Apenas reportagens calmas dos fatos.

10 – A CONSCIÊNCIA

Quando a energia acabava em uma loja, as pessoas recolocavam as mercadorias nas prateleiras e saiam calmamente.

Prefeito de Ferraz, no CQC,zomba da cara dos munícipes

Mais uma vez o povo ferrazense tem o dissabor de aparecer negativamente na mídia televisiva.
Desta vez, nosso dignissimo prefeito Dr Jorge Abssanrra teve seu relógio e sapatos confiscados pelo apresentador do CQC.
O prefeito parecia zombar da situação dos Ferrazenses, por várias vezes utilizou linguagens xulas ao referir-se a cidade.
Palavra dada, fio do bigode essas coisas que representam nossa capacidade de arcar com os compromissos assumidos, já não valem como garantia dada por esse governo de Ferraz!!! Nada contra a pessoa do prefeito, mas contra sua postura!!! Fosse uma pessoa preparado, não se esquivaria do problema e procuraria uma solução.
Nosso povo ferrazense, infelizmente, já está anestesiado e não se apercebe das gravidades dos escândalos em nossa cidade! E isso é péssimo para a auto-estima dos nossos jovens e é uma afronta para a memória da nossa cidade.
Vejam o vídeo.

Programe sua Vida

A vida acontece na proporção em que você programa seu cérebro. Que software você está usando? Se for o das mazelas, das impossibilidades, dificuldades e fracassos, vai continuar se lamuriando: “Por que não consigo, por que comigo não dá, por que eu não posso?”. Mas experimente usar um software de grandeza, de força, de beleza, de saúde, de sucesso. É só você se programar, principalmente porque o cérebro é burro e você tem de aproveitar.

Faz parte da energia do Universo a sincronicidade. O acreditar faz a diferença e o sincronismo da vida dá conta do resto. Basta a pessoa traçar com seu pensamento determinadas metas, que o Universo conspira a seu favor e logo as coisas começam a se encaixar e a acontecer, surpreendendo até a própria pessoa: “Meu Deus, deu tudo tão certo!”. Mas foi o esforço, a vibração e a emoção que ela pôs que detonaram a ação rumo ao feliz desfecho.
A sincronicidade, encarada por muitos como um absurdo, enquanto para outros não passa de um acontecimento normal, é um fato que ocorre de forma inquestionável. O Universo é mental. Tudo que mentalizamos acaba por acontecer. Nosso pensamento é energia pura, que age em nós e também se espalha por todo o globo.
Determinadas pessoas têm um poder maior de espalhar essa energia mental que pode ser acolhida por outra pessoa, esteja ela em qualquer parte do mundo. Basta apenas que ela também esteja com seu canal de comunicação aberto e receptivo para a informação. Mas é preciso estar disponível para esse tipo de acontecimento. E ter equilíbrio entre seus corpos físico, mental, espiritual e emocional.
Percebi claramente, em mais de quatro décadas de experiência profissional, a força e a quantidade de acontecimentos coincidentes que só poderiam ser entendidos por esse extraordinário fenômeno da sincronicidade. Quantas vezes pensamos em alguém que não vemos há anos e cruzamos com ele logo depois? Isso é tão óbvio que não me espanto mais quando deparo com coisas que descobri ou pensei no passado, por exemplo, e usei durante anos para atingir meus objetivos de trabalho, ipsis literis em algum livro.
Da mesma maneira, os negativistas, aqueles que foram mais fortemente atingidos pelo tripé da anulação, são incapazes de acreditar em si próprios e acabam criando um “se”. Eles sempre estão certos de que nada pode ocorrer de maneira positiva em sua vida e lançam pensamentos de não-realização e de impossibilidade à mercê desse sincronismo – assim, como um bumerangue, a vida traz de volta tudo o que se pensou. Por isso você é o que você pensa. E a peça mais importante da vida é o acreditar. Você tem de fabricar o seu destino e não chorar o seu destino.

Por isso pense sempre positivo! Acredite sempre!!! E será sempre o que você pensa que é: forte, decidido, vencedor, lutador e otimista; ou fraco, indeciso, medroso, perdedor, desanimado e pessimista. A vida está em suas mãos. Depende apenas de você. Seremos sempre tão poderosos quanto pensarmos que podemos ser.
Poucos conseguem criar essa esfera emotiva que os faz alavancar para a vida com esplêndida convicção de que podem fazer com ela tudo o que quiserem, e realmente são esses que acabam se destacando no cenário mundial dos feitos inacreditáveis, em todas as áreas da atividade humana. É importante que tenhamos nítidos e bem definidos todos os nossos ideais. E o sucesso vem como resultado da prática do fazer. Temos de ter entusiasmo, otimismo e confiança em nosso caminho.
O limite do alcançar está na mesma proporção do seu acreditar. Esse é o cerne do Método Nuno Cobra. Um valioso resgate de nossas raízes, de nossas origens de vencedor, que somos desde o nascimento mas que a castradora sociedade teima em arrancar de nós.
O pensamento é ainda uma forma de comunicação mal estudada pela ciência e por isso o sincronismo da vida é considerado “coisa mística” por muita gente, além de levado pouco a sério. Estamos todos sincronizados com o Universo, mas poucos desenvolvem esse fabuloso aparato dado ao homem justamente porque lhes falta o equilíbrio. Por isso o meu método se funda na premissa de que a vida conspira a nosso favor, embora, infelizmente, como fomos criados por uma sociedade anulante, acabamos conspirando contra nós mesmos. E vai sempre acontecer aquilo em que você acreditar.

Por Azael Roberto Bordin

Dia Mundial de Conscientização do Autismo 02 de Abril

Por Paiva Junior,
editor-chefe da Revista Autismo

Não foi à toa que a ONU (Organização das Nações Unidas) decretou todo 2 de abril como sendo o Dia Mundial de Conscientização do Autismo (World Autism Awareness Day), desde 2008. Este é o quarto ano do evento mundial, que pede mais atenção ao transtorno do espectro autista (nome oficial do autismo), que é mais comum em crianças que AIDS, câncer e diabetes juntos.

No Brasil — além do cartaz (ao lado) e do vídeo da campanha –, a data será lembrada com a iluminação em azul (cor definida para o autismo) de vários prédios e monumentos importantes, entre eles, o Cristo Redentor (no Rio de Janeiro) — que acabou de inaugurar uma moderna iluminação de LED — com celebração presidida pelo bisco dom Augusto (às 18h30 do dia 1), a Ponte Estaiada, o Monumento às Bandeiras e o Viaduto do Chá (todos em São Paulo) e o prédio do Senado, em Brasília (outras ações podem ser vistas em http://RevistaAutismo.com.br/DiaMundial). No restante do mundo, outros importantes pontos acenderão sua “luz azul”, como no ano passado o prédio Empire State, em Nova York (Estados Unidos) e a CN Tower, em Toronto, (Canadá) — veja neste vídeo.

O autismo é uma síndrome complexa e muito mais comum do que se pensa. Atualmente, o número mais aceito no mundo é a estatística do CDC (Center of Deseases Control and Prevention), órgão do governo dos Estados Unidos: uma criança com autismo para cada 110. Estima-se que esse número possa chegar a 2 milhões de autistas no país, segundo o psiquiatra Marcos Tomanik Mercadante citou em audiência pública no Senado Federal no fim de 2010, onde discute-se uma lei exclusiva para o autismo, liderada pelo senador Paulo Paim (PT-RS). Mercadante é um dos autores da primeira (e por enquanto única) estatística brasileira, num programa piloto por amostragem na cidade de Atibaia (SP), que registrou naquela amostragem incidência de uma para cada 333 crianças — publicada no final de fevereiro último. No mundo, segundo a ONU, acredita-se haver mais de 70 milhões de pessoas com autismo, afetando a maneira como esses indivíduos se comunicam e interagem. A incidência em meninos é maior, tendo uma relação de quatro meninos para uma menina com autismo.

No ano passado, um discurso do presidente dos Estados Unidos, no dia 2, lembrou a importância da data: “Temos feito grandes progressos, mas os desafios e as barreiras ainda permanecem para os indivíduos do espectro do autismo e seus entes queridos. É por isso que minha administração tem aplicado os investimentos na pesquisa do autismo, detecção e tratamentos inovadores – desde a intervenção precoce para crianças e os serviços de apoio à família para melhorar o suporte para os adultos autistas”. Barack Obama ainda concluiu: “Com cada nova política para romper essas barreiras, e com cada atitude para novas reformas, nos aproximamos de um mundo livre de discriminação, onde todos possam alcançar seu potencial máximo”.

No Brasil, é preciso alertar, sobretudo, as autoridades e governantes para a criação de políticas de saúde pública para o tratamento e diagnóstico do autismo, além de apoiar e subsidiar pesquisas na área. Somente o diagnóstico precoce, e conseqüentemente iniciar uma intervenção precoce, pode oferecer mais qualidade de vida às pessoas com autismo, para a seguir iniciarmos estatísticas na área e termos idéia da dimensão dessa realidade no Brasil. E mudá-la.

Vários níveis no espectro

O autismo faz parte de um grupo de desordens do cérebro chamado de transtorno invasivo do desenvolvimento (TID) – também conhecido como transtorno global do desenvolvimento (TGD). Para muitos, o autismo remete à imagem dos casos mais graves, porém há vários níveis dentro do espectro autista. Nos limites dessa variação, há desde casos com sérios comprometimentos do cérebro além de raros casos com diversas habilidades mentais, como a Síndrome de Asperger (um tipo leve de autismo) – atribuído inclusive a aos gênios Leonardo Da Vinci, Michelangelo, Mozart e Einstein. Mas é preciso desfazer o mito de que todo autista tem um “superpoder”. Os casos de genialidade são raríssimos.

A medicina e a ciência de um modo geral sabem muito pouco sobre o autismo, descrito pela primeira vez em 1943 e somente 1993 incluído na Classificação Internacional de Doenças (CID 10) da Organização Mundial da Saúde como um transtorno invasivo do desenvolvimento. Muitas pesquisas ao redor do mundo tentam descobrir causas, intervenções mais eficazes e a tão esperada cura. Atualmente diversos tratamentos podem tornar a qualidade de vida da pessoa com autismo sensivelmente melhor. E vale destacar que o neurocientista brasileiro Alysson Muotri conseguiu um primeiro passo para uma possibilidade futura de cura, em seu trabalho na Califórnia (EUA). Ele curou um neurônio autista em laboratório e trabalha no progresso de sua técnica na Universidade de San Diego. Tão importante quanto descobrir a cura, é permitir que os autistas de hoje sejam incluídos na sociedade e tenham mais qualidade de vida e respeito.

Paiva Junior é jornalista, editor-chefe da Revista Autismo (http://RevistaAutismo.com.br) e pai do Giovani, de 3 anos e 10 meses, que está no espectro autista, e da Samanta, de 1 ano e 9 meses, que está tendo desenvolvimento típico (normal).

Sabedoria, Assembléia de Ferramentas numa Carpintaria

Houve uma reunião em uma marcenaria, onde as ferramentas juntaram-se para acertar suas diferenças. O martelo estava exercendo a presidência, mas os participantes lhe notificaram que teria que renunciar. A causa? Fazia demasiado barulho e além do mais passava todo tempo golpeando. O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o Parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo. Diante do ataque o parafuso concordou, mas por sua vez pediu a expulsão da lixa. Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.

A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro, que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fora o único perfeito. Nesse momento entrou o marceneiro, juntou todos e iniciou o seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso. Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel. Quando a marcenaria ficou novamente sem ninguém, a assembléia recomeçou a discussão. Foi então que o serrote tomou a palavra e disse: – Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o marceneiro trabalha com nossas qualidades, ressaltando nossos pontos valiosos. – Assim, não pensemos em nossos pontos fracos e concentremo-nos em nossos pontos fortes. Então a assembléia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limpar e afinar asperezas e o metro era preciso e exato. Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir belos móveis da mais alta qualidade e uma grande alegria tomou conta de todos pela oportunidade de trabalhar juntos. O mesmo ocorre com os seres humanos. Basta observar. Quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situação torna-se tensa e negativa. Ao contrario, quando se busca com sinceridade os pontos fortes dos outros, florescem as melhores conquistas humanas. É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo. Mas encontrar qualidades e saber trabalhar todas elas em conjunto é somente para os sábios!

Autor por mim desconhecido

Cidades para as bicicletas

A frota brasileira de bicicletas é, atualmente, a quinta maior do mundo, estando atrás apenas da China, da Índia, dos EUA e da Alemanha. No entanto, se observamos as cidades brasileiras veremos que ainda estamos longe de atribuir a importância e a prioridade necessárias aos ciclistas que têm, na bicicleta, o seu modo preferencial para os deslocamentos.

A maior prova de que esse direito não é respeitado aconteceu na última sexta-feira, dia 25 com os ciclistas do movimento Massa Crítica em Porto Alegre. O condutor de um automóvel certamente não gostou de ver o trânsito atrapalhado por aquilo que eles provavelmente não considera um meio de transporte. O motorista usou o seu carro como arma. Alguns ciclistas foram diretamente atingidos, outros se machucaram pela reação em cadeia quando uma bicicleta foi derrubando outra. No final 15 pessoas foram parar no Hospital de Pronto Socorro. Os homens fugiram logo depois do ocorrido. As imagens divulgadas foram muito chocantes.

Alguns meios de comunicação não classificaram o “acidente” como tentativa de homicídio. Não há argumento que me convença do uso do termo “ACIDENTE”. Não existe lógica que leve a ele. Não há qualquer questionamento possível que permita considerar o fato como ocasional.

É muito importante frisar que o atropelamento certamente foi intencional. O motorista, deliberadamente, decidiu acelerar e abrir caminho passando por cima dos ciclistas. Há muitos condutores que entendem que a bicicleta atrapalha o trânsito e, portanto ela não tem direito à cidade.

Decretada a prisão de atropelador de ciclistas

Centenas de ciclistas protestaram nas ruas de Porto Alegre contra o atropelamento coletivo. À noite, de acordo com o promotor Eugênio Amorim, a Justiça decretou a prisão de Ricardo Neis, 47 anos, e o delegado Gilberto Montenegro anunciou que vai indiciar o motorista por tentativa de homicídio duplamente qualificado (por motivo fútil e de maneira tal que impediu a defesa das vítimas). Ele teria agido com a intenção de matar ao avançar com seu carro sobre o grupo de ciclistas.

Sexta feira passada, 2 mil pessoas se reuniram no Largo Zumbi dos Palmares em Porto Alegre às 19h e partiram pela Rua José do Patrocínio, para refazer o trajeto da fatídica bicicletada. Logo na saída da manifestação, o grupo começou a ganhar a adesão de simpatizantes, de outros ciclistas além dos moradores do bairro. Quando os manifestantes chegaram à esquina com a Rua Luiz Afonso, ponto onde ocorreu o atropelamento coletivo, o protesto atingiu um caráter simbólico. Centenas deles largaram as bicicletas e deitaram sobre o asfalto, em homenagem e solidariedade às vítimas do triste episódio.

É preciso remover mitos e preconceitos

Estima-se que no Brasil mais de 20 milhões de pessoas fazem uso da bicicleta pelo menos duas vezes por semana para se deslocarem ao trabalho. Este número representa apenas um terço da frota declarada pela Abra ciclo. Já com relação à frota de veículos, estima-se que circulem diariamente, 28 milhões de veículos com uma ocupação média de 1,3 passageiros por veículo. Temos, portanto cerca de 30 milhões de viajantes nos automóveis confrontados com 20 milhões de ciclistas. Basta avaliar e comparar o espaço que os automóveis ocupam nas cidades com o espaço utilizado pelos ciclistas. O grande problema é que a infraestrutura dirigida aos ciclistas não incentiva e não estimula nem mesmo os ciclistas tradicionais a fazerem uso da bicicleta com maior intensidade, muito menos conseguem atrair os usuários de outros modos de transporte.

Para que ocorra uma mudança significativa na mobilidade por bicicleta em nosso país, seria necessário traçar metas ousadas para os próximos anos. Urge contribuir para recuperar a qualidade de vida no planeta.

Viaje de bicicleta e aprenda a respeitar a bicicleta no trânsito.

Texto enviado pelo amigo Caio Lafaiete

ESCRIVÃ É DESPIDA POR POLICIAIS HOMENS

Pessoal, há cerca de 2 anos (em 2009) uma escrivã de polícia da cidade de São Paulo foi acusada de aceitar receber propina no intúito de ajudar a libertar um sujeito acusado por porte ilegal de armas, isso ocorreu no 25 DP de São Paulo (Parelheiros), pois bem, em razão do fato foi chamada a corregedoria da Polícia Civil de SP, comparecendo no local um delegado e alguns agentes, onde exigiram que uma mulher (a escrivã acusada), se despisse em revista pessoal na frente de diversos homens policiais, sendo que no local haviam 2 mulheres policias(1 pm e 1 da guarda civil), ou seja, essas duas policiais femininas poderiam realizar a revista íntima tão somente elas e a acusada.
Eu pergunto, houve desrespeito ao direito da mulher, ao direito do ser humano em não ser exposto à vexame e vergonha? Ou a ação foi correta?
Isso é um atentado contra o direito? ou a ação foi correta? vejam e opinem vocês mesmos

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